Contar uma história é doar algo que
guardamos em nossos espaços internos mais profundos. Receber uma história é ser
tocado/a por imagens e sentimentos que a alma já conhece há muito, muito tempo.
Pele de foca, pele de alma”
é, portanto, uma história arquetípica. Nós já a conhecemos, basta relembrar.
Ela nos fala sobre respeitar nossos
ciclos e fases individuais: tempo para trabalhar, tempo para descansar, tempo
para perambular, para estar saudavelmente sozinha, tempo de inventar, criar e
incubar, tempo de se envolver, tempo de esperar, tempo de tomar decisões
objetivas. Tempo de reconhecer os sinais do que precisa ir pra que o novo possa
chegar. Folhas que caem, cheiro de chuva, fileiras de formigas, brisa suave,
raios de sol atravessando a janela.
É preciso refazer o caminho, retomar
o próprio ritmo e retornar com certa regularidade ao lar da alma. Reconhecer e
utilizar nossos recursos internos restauradores: Dançar, pintar, escrever,
sentir o sol da manhã na pele, sentar-se sozinha ao pé das árvores...Qual a sua
forma preferida e singular de estar consigo mesma?
Roda do Feminino Sagrado
Data
09.06.2012
Horário:
09 às 12h
Local: Espaço
Ágape
Informações:
8853-6942/9771-8530/9111-9176


