8 de junho de 2012

Pele de foca, pele de alma: retorno ao lar da alma

Contar uma história é doar algo que guardamos em nossos espaços internos mais profundos. Receber uma história é ser tocado/a por imagens e sentimentos que a alma já conhece há muito, muito tempo.
Pele de foca, pele de alma” é, portanto, uma história arquetípica. Nós já a conhecemos, basta relembrar.

Ela nos fala sobre respeitar nossos ciclos e fases individuais: tempo para trabalhar, tempo para descansar, tempo para perambular, para estar saudavelmente sozinha, tempo de inventar, criar e incubar, tempo de se envolver, tempo de esperar, tempo de tomar decisões objetivas. Tempo de reconhecer os sinais do que precisa ir pra que o novo possa chegar. Folhas que caem, cheiro de chuva, fileiras de formigas, brisa suave, raios de sol atravessando a janela.

Não estar atenta a essas estações únicas para cada uma é como viver num estado de sonambulismo e/ou automatismo adoecedor que nos isola de nós mesmas e ainda nos escraviza frente à exigência de sermos tudo para todos.

É preciso refazer o caminho, retomar o próprio ritmo e retornar com certa regularidade ao lar da alma. Reconhecer e utilizar nossos recursos internos restauradores: Dançar, pintar, escrever, sentir o sol da manhã na pele, sentar-se sozinha ao pé das árvores...Qual a sua forma preferida e singular de estar consigo mesma?  

Roda do Feminino Sagrado
Data 09.06.2012
Horário: 09 às 12h
Local: Espaço Ágape
Informações: 8853-6942/9771-8530/9111-9176