9 de dezembro de 2011

A natureza dual das mulheres

Em primeiro lugar, prestem bem atenção: " Assim como é por fora é como é por dentro!" (diz esta velha história).
Ser íntimo da Mulher Selvagem é estar na presença de duas: uma mulher exterior e a outra... a criatura que vive no mundo interior. Negar uma ou outra é limitar e fragmentar o próprio poder!
Nesta história, Manawee tem curiosidade e devoção pelas duas-mulheres-que-são-uma e quer estabelecer um relacionamento profundo com essa dualidade.

Quer represente seu masculino interno, quer represente uma masculino externo, Manawee e seu cão (Self selvagem) expressam uma força saudável que persiste e luta. Seu esforço não é para controlar a mulher que deseja ou para exigir dela uma "substância feminina única, imutável, encarnada na mulher perfeita".

"Manawee reivindica a dualidade na mulher, pois a considera valiosa acessível e desejável, em vez de diabólica, feia e desprezível". Ele quer conhecer e incluir a estonteante força da dualidade feminina:


  • Quem é a outra que mora dentro de você?
  • Qual o nome da mulher oculta em você?
  • O que te desvia do caminho para mergulhar nessa outra que é você mesma?

Convidamos você a estar conosco nesta jornada!

Quinto Encontro da Roda do Feminino Sagrado
Data 10.12.2011
Horário: 9 às 12h
Local: Espaço Ágape
Informações: 8853-6942/9771-8530/9111-9176